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Quinta-feira, 24 de Maio de 2018

UMA ILHA DE CULTURA, CIÊNCIA E ARTE

NEM SÓ DE COMPRAS, ESTÁTUA DA LIBERDADE, RESTAURANTES FAMOSOS E MUSICAIS DA BROADWAY VIVE O TURISMO NA BIG APPLE. COM MAIS DE UMA CENTENA DE MUSEUS, A CIDADE É UM DESTINO EXCELENTE PARA QUEM BUSCA APRENDER MAIS SOBRE ARTE, CIÊNCIA E HISTÓRIA MUNDIAL. É QUASE COMO VIAJAR POR DIFERENTES CULTURAS EM UM SÓ LUGAR. A MAIORIA, INCLUSIVE, FICA EM MANHATTAN, A POUCOS QUARTEIRÕES UM DO OUTRO. TODO ANO, CERCA DE 850 MILHÕES DE PESSOAS VÃO AOS MUSEUS AMERICANOS, E NOVA YORK TEM ALGUNS DOS QUE MAIS ATRAEM VISITANTES. SEPARAMOS OS IMPERDÍVEIS PARA QUEM QUER SE JUNTAR A ESSE PÚBLICO.

MOMA
ARTE MODERNA COM UMA PITADA DE BRASILIDADE

Um dos museus de arte moderna mais importantes e conhecidos do mundo, o MoMA existe há quase 90 anos. Surgiu em 1929 com o objetivo de mostrar artistas consagrados e novas correntes artísticas. Atualmente, são mais de 200 mil obras de quase 30 mil artistas de diversas nacionalidades, com destaque para a clássica “Noite Estrelada”, de Vincent Van Gogh, e painéis expressionistas de Jackson Pollock, que ocupam paredes inteiras. E, até o dia 3 de junho, o museu abriga uma exposição dedicada à brasileira Tarsila do Amaral. As mais de 100 obras em cartaz contam a história de um dos principais expoentes do modernismo do Brasil. Na hora de planejar a visita, vale a dica: toda sexta-feira, das 16h às 20h, o museu tem entrada gratuita.

11 W 53rd Street
moma.org

NEW MUSEUM OF CONTEMPORARY ART
FACHADA FUTURISTA E FOCO EM ARTE CONTEMPORÂNEA

Em Lower Manhattan, o prédio com formato de blocos empilhados e ar futurista chama a atenção. O New Museum, como a arquitetura arrojada sugere, é totalmente dedicado à arte contemporânea. Embora o novo espaço seja relativamente recente, inaugurado em 2007, o museu completou quatro décadas no ano passado. Surgiu por iniciativa de uma curadora independente que queria introduzir novas ideias de artistas pouco conhecidos. Por isso, a instituição se orgulha em não ter uma coleção permanente, para manter o dinamismo das exposições – um arquivo digital serve para fins de documentação histórica. A partir de 2019, o museu deve começar uma reforma para se expandir. Toda quinta-feira, das 19h às 21h, os visitantes podem pagar o valor que quiserem para conhecer o local.

235 Bowery
newmuseum.org

  • Fotos: divulgação e Dav ID M. Heald, ©srgf, New York

WHITNEY MUSEUM OF AMERICAN ART
FOCO EM GRANDES ARTISTAS NORTE-AMERICANOS

Fundado em 1930, o Whitney Museum of American Art é dedicado à arte americana contemporânea. Em 2015, mudou do endereço no clássico edifício Breuer para um novo prédio no badalado Meatpacking District, no final da High Line. A coleção tem mais de 23 mil trabalhos de cerca de três mil artistas. Além das exposições, o museu organiza cursos, seminá- rios e palestras, por isso fique de olho na programação antes de visitá-lo. Tem entrada gratuita das 19h às 21h30, toda sexta-feira, horário perfeito para apreciar um belo pôr do sol com vista para o Rio Hudson e dali seguir para um jantar em algum dos excelentes restaurantes da região.

99 Gansevoort Street
whitney.org

  • Fotos: divulgação e Shutterstock

SOLOMON R. GUGGENHEIM MUSEUM
ARTE MODERNA E UM FORMATO CIRCULAR ICÔNICO

Se houvesse um prêmio para museu “user friendly”, o Guggenheim seria um forte candidato. O icônico projeto desenhado por Frank Lloyd Wright foi inspirado na natureza e tem formato circular, como uma concha de caracol. Com um vão central e um único corredor que o contorna, basta segui-lo para visitar a trajetória proposta na exposição. Inaugurado em 1959, é dedicado principalmente à arte moderna. O museu fica em frente ao Central Park, no Upper East Side, e aos sábados, das 17h45 às 19h45, funciona no esquema “pague quanto quiser”. Chegue cedo, pois a fila é grande.

1071 5th Avenue
guggenheim.org

MET
MUSEU MAIS VISITADO DOS ESTADOS UNIDOS

A poucas quadras do Guggenheim fica o MET, justamente o oposto do compacto museu de arte moderna. Ir a Nova York e não visitar o MET é como ir a Roma e não ver o papa. O suntuoso prédio de quase 200 mil metros quadrados abriga uma coleção que cobre cinco mil anos de história e cultura mundial. São obras de grandes artistas europeus, esculturas da Grécia e Roma antiga, objetos de faraós e múmias egípcias. Há até peças do período paleolítico. No ano passado, quase sete milhões de pessoas passaram por lá. O ingresso para adultos de fora do estado de Nova York custa US$ 25. Faça valer a visita e programe um dia para conhecê-lo com calma.

1000 5th Avenue
metmuseum.org

  • Fotos: divulgação e Shutterstock

AMERICAN MUSEUM OF NATURAL HISTORY
MAIOR MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL DO MUNDO

Do outro lado do Central Park, no Upper West Side, fica o American Museum of Natural History, maior museu de história natural do mundo, que já foi inclusive argumento do filme “Uma Noite no Museu”. Vale a pena a visita, nem que seja para dar uma espiadinha no esqueleto de Tiranossauro Rex de 15 metros de comprimento, no saguão de entrada. E aí ficar para conhecer os mais de 30 milhões de objetos, como fósseis e artefatos espalhados pelas salas de exibição. Em 2017, quase quatro milhões de pessoas visitaram o museu, que tem entrada no sistema “pague o quanto quiser” todos os dias da semana, a qualquer hora, direto no balcão.

Central Park West & 79th Street
amnh.org

NOVIDADES NOS MUSEUS
Apesar de receberem milhões de visitantes, os museus americanos estão sempre à procura de maneiras para atrair mais público – até quem não gosta de museus. A organização Museum Hack (museumhack.com), por exemplo, promove o tour “Badass Bitches”, com um passeio focado em artistas mulheres. No “Un-Highlights Tour” são revelados casos insólitos e  reais por trás das obras. E fãs de Harry Potter são um público em potencial para o “Completely Unofficial and Definitely Unlicensed Boy Wizard Tour”. Todos acontecem no MET. Já o American Museum of Natural History, palco do filme “Uma Noite no Museu”, abre suas portas regularmente para uma  série de atividades noturnas, com direito a jantar, jazz ao vivo, sessão de cinema e passeios com lanternas.

Marília Marasciulo
Marília Marasciulo
Colaboradora
Marília Marasciulo é formada pela UFSC, com passagem pela redação do Estadão. Recentemente, trocou a ponte aérea de Florianópolis-São Paulo por Los Angeles.

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