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Quinta-feira, 24 de Maio de 2018

UM MUNDO MELHOR?

APESAR DE O SENSO COMUM DIZER O CONTRÁRIO, ESTAMOS PROGREDINDO

Escrevi pela primeira vez para esta coluna em 2012. Aplicativos eram uma novidade. E a conversa sobre Internet das Coisas, impressão 3D, inteligência artificial e povoar Marte ainda não faziam parte do dia a dia. Quem poderia imaginar que um dos nossos passatempos favoritos, algo tão inocente quanto acessar o Facebook, poderia influenciar a eleição dos Estados Unidos?

Seis anos em termos históricos são um segundo, mas a assimilação de tanta novidade tecnológica em nossas vidas nos traz uma percepção de velocidade sem precedentes. Porém, vivemos um paradoxo: apesar de tanta novidade e evolução, parece que tudo só piora. Só vemos e ouvimos más notícias. Cultivamos essa sensação negativa – e não é apenas no Brasil, acredite.

A “Our World in Data”, organização que nasceu na Universidade de Oxford para levantar dados sobre aspectos que afetam a qualidade de vida da humanidade, mediu esse pessimismo em vários países de primeiro mundo. Imagine que na Suécia apenas 10% da população acham que o mundo é um lugar melhor hoje do que há um século. Mas as estatísticas e dados da “Our World in Data” mostram que o mundo nunca esteve tão pacífico.

Estatísticas e dados da “Our World in Data” mostram que o mundo nunca esteve tão pacífico

A grande diferença é que antes não se tinha acesso ao que acontecia nas redondezas e no mundo. Agora temos informação instantânea de tudo o que acontece. Principalmente do que vai mal. Talvez o que explique esta nossa estranha preferência pelas más notícias seja uma questão evolutiva. Afinal, é melhor se prevenir do que lamentar.

Os índices de pobreza diminuem. A educação é um dos melhores aspectos, considerando que há dois séculos apenas uma elite de menos de 3% da população global sabia ler e escrever. Hoje são oito em cada dez pessoas, em média. A saúde, embora as notícias só deem conta de novas doenças e epidemias, deu imensos saltos. Há apenas 200 anos, praticamente metade das crianças nascidas morria antes dos cinco anos. Hoje, a mortalidade infantil global reduziu-se a uma pequena fração. E, sim, de acordo com os relatórios, o mundo está mais pacífico. Então convido a todos a espalharem boas notícias.

Silvia Camargho
Silvia Camargho
Colunista
Profissional de marketing e comunicação, apaixonada pelas transformações de um mundo cada vez mais digital. silvia.camargho@hotmail.com

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