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Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017

O QUE ELES FAZEM POR ELAS?

Educar a nova geração masculina desde a infância é o grande desafio do movimento “HeForShe”, lançado pela Organização das Nações Unidas em setembro de 2014.

“Quero que os homens comecem essa luta para que suas filhas, irmãs e esposas possam se livrar do preconceito”, declarou a embaixadora global da Boa Vontade da ONU Mulheres, Emma Watson, na época. A atriz tem recebido apoio de milhões de pessoas, incluindo chefes de Estado, CEOs de grandes empresas e personalidades globais.

No Brasil, a tradução “ElesPorElas” ecoou o esforço mundial que visa envolver homens na remoção de barreiras sociais e culturais que impedem mulheres de atingir seu potencial.

O objetivo é criar uma visão compartilhada de avanço humano para todos e um movimento de solidariedade entre mulheres e homens para alcançar a igualdade de gênero.

A Heads foi a primeira agência de publicidade brasileira a assinar o documento “Princípios de Empoderamento das Mulheres”, da ONU, e dedica boa parte de seu trabalho a essa luta.

Sua mais recente campanha voluntária reuniu dez personalidades do país, de atores e cantores a esportistas, incluindo a modelo transexual Lea T. “Se uma mulher já sofre preconceito, imagine uma pessoa que precisa lutar para ser reconhecida como tal”, diz Lea T., em vídeo.

A estratégia de marketing é a mesma da ONU: fazer com que o gênero masculino se torne um aliado das mulheres nessa batalha. Todos podem fazer sua adesão on-line pelo site www. onumulheres.org.br, sendo que mais de um milhão de homens e meninos já assinaram o compromisso. Porém, são as ações cotidianas que precisam entrar em cena.

Num país como o Brasil, a igualdade de gêneros ainda remete a outra importante questão: a violência contra a mulher. Foi assim que, no final do ano passado, o tema paralelo “Machismo. Já passou da hora. #podeparar” embalou uma nova campanha, desta vez patrocinada pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. A ação foi propositalmente lançada no Dia Nacional da Consciência Negra, já que mulheres negras sofrem duplamente: por serem mulheres e pela cor da pele.

Felizmente, a comunidade publicitária brasileira é solidária com as lutas sociais e colabora sempre com campanhas de conscientização. Só falta o público prestar mais atenção e os veículos de comunicação dedicarem mais espaço a essa importante causa.

Adonis Alonso
Adonis Alonso
Colunista
Jornalista, autor do livro "Meus Amigos Publicitários" e titular do Blog do Adonis. alonso.adonis@gmail.com

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