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Mundo digital: Silvia Camargho explica como empresas de tecnologia colocam país em destaque

Silvia Camargho

Mesmo com a crise econômica, empresas do setor de tecnologia prosperam e colocam o Brasil em posição de destaque no mercado mundial

 

O PIB brasileiro e outros indicadores macroeconômicos podem estar em marcha lenta de crescimento, mas no mundo digital o cenário é bem mais animador. O Brasil acaba de se tornar o número um da América Latina em atratividade de investimentos no setor de tecnologia. São Paulo, por sua vez, está na 11ª posição de hubs tecnológicos, na frente de Tóquio, Paris, Sydney e Austin.

 

Esse posto foi atingido depois que o grupo Movile, cujo portfólio inclui negócios como o serviço de delivery iFood e o de venda de ingressos Sympla, recebeu aportes do grupo Naspers Ventures, um dos maiores investidores em tecnologia do mundo, e do fundo Innova Capital, de Jorge Paulo Lemann. Os valores investidos somam 124 milhões de dólares. Essa aplicação pode ter colocado a Movile no pequeno grupo de empresas de tecnologia denominadas “unicórnios”, aquelas que atingem valor de mercado de 1 bilhão de dólares.

 

A Movile não está sozinha nestas alturas. Outras três startups brasileiras fazem parte do seleto clubinho: a fintech com soluções financeiras Nubank, a plataforma de pagamentos PagSeguro e o aplicativo de transportes 99, comprado recentemente pelo gigante chinês Didi.

 

Temos muitos dos fatores positivos que atraem os investidores, como um amplo mercado de consumidores com alta adoção de soluções de tecnologia e bons talentos em engenharia da computação e programação

 

Curioso para saber que outras empresas fazem parte deste grupo? De acordo com a plataforma CB Insights, há pelos menos 256 unicórnios em todo o mundo, com um capital total de aproximadamente 838 bilhões de dólares. Destes, a maioria são chineses, como Didi Chuxing, China Internet Plus Holding e Toutiao. O Uber encabeça esta relação. Airbnb, SpaceX, WeWork e Pinterest também estão lá em cima.

 

Com a performance que têm apresentado, as empresas brasileiras devem permanecer no clube bilionário. E esta não é uma opinião pessoal. Analistas de grandes investidores globais, como Goldman Sachs, a afirmam que temos muitos dos fatores positivos que atraem os investidores, como um amplo mercado de consumidores com alta adoção de soluções de tecnologia e bons talentos em engenharia da computação e programação – os ingredientes certos para que o ecossistema digital prospere.

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