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A unanimidade entre três gerações Schurmann

Heloisa Schurmann

Com ilhas quase desertas, água cristalina e população encantadora, a Polinésia Francesa é um dos lugares preferidos de toda a família

 

Com mais de três décadas navegando pelo litoral brasileiro e pelos oceanos do planeta, conhecemos algumas dezenas de lugares maravilhosos – alguns deles inexplorados e de difícil acesso. Entre estes destinos, há um que é unanimidade entre todos os integrantes da família: a Polinésia Francesa. Da primeira volta ao mundo até a mais recente, este conjunto de ilhas se tornou um caso de amor entre nós, conquistando até nosso neto, Emmanuel.

 

Espetáculo de dança em Raiatea, uma ilha do arquipélago

 

Composta por mais de cem ilhas paradisíacas, de origem vulcânica ou coralina, a Polinésia fica nas águas cristalinas do Oceano Pacífico. Somando a população de todas as ilhas, chega-se a aproximadamente 280 mil habitantes. O Taiti é a maior e a mais populosa de todas elas. Mas a Polinésia guarda lugares praticamente desertos, habitados por poucas dezenas de pessoas doces, alegres e queridas.

 

Nosso último retorno, há três anos, durante a Expedição Oriente, foi, como sempre, mágico e encantador. Um dos lugares que visitamos foi Mopélia, uma ilha isolada, cujo acesso só acontece por meio de um barco cargueiro que a abastece uma vez por ano com itens de necessidades básicas. Outra opção para chegar ali são os raros veleiros que desafiam o canal de entrada – que foi o nosso caso.

 

Heloisa e Vilfredo em Bora Bora, uma das mais famosas ilhas da Polinésia Francesa

 

A bordo do Kat, vivemos uma aventura fascinante. No caminho de águas claras tivemos a companhia de algumas baleias – e de tubarões. Na ilha, convivemos com seus 15 habitantes. Sim! Pouco mais de uma dúzia de pessoas encantadoras vivem em Mopélia.

 

Desembarcamos carregando fotos antigas, à procura daqueles que conhecemos durante as expedições anteriores. E logo encontramos Hio, um jovem de 26 anos que, nas imagens de nossos arquivos, aparecia com apenas 2 aninhos. Seus pais, nossos amigos, também continuam morando lá. Nesta última visita, Hio ensinou nossa tripulação a fazer fogo, caçar caranguejo-dos-coqueiros, abrir cocos, pescar lagosta e fazer pão de coco. Foram momentos espetaculares!

 

Hio ensina os tripulantes do veleiro Kat a pegar caranguejo-dos-coqueiros

 

No último dia, dormimos na praia vendo as estrelas e acordamos com o sol nascendo. Na despedida, recebemos colares de conchas, uma tradição da Polinésia, e, mais uma vez, choramos. Içamos as velas, no entanto, seguros de que, em breve, voltaremos àquele paraíso, cuja riqueza está na natureza e nas pessoas que lá vivem. É essa vida simples e feliz que conquista cada um de nós, e faz da Polinésia Francesa um consenso entre toda a Família Schurmann.


FAMÍLIA SCHURMANN

 

Primeira família brasileira a dar a volta ao mundo a bordo de um veleiro e a repetir o feito, até o momento, por mais duas vezes. Os tripulantes do veleiro Kat preparam-se para mais uma grande expedição: Voz dos Oceanos.

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