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Edição Atual Vale a pena ver de novo: o prazer de redescobrir lugares com os filhos

Vale a pena ver de novo: o prazer de redescobrir lugares com os filhos

The Veigas

Lugares que merecem ser visitados mais uma vez na companhia dos pequenos

 

Foi no meio de uma viagem que decidimos que teríamos o Chico. Consequência de uma conclusão de que o mundo é tão interessante, tão cheio de coisas incríveis para serem conhecidas, que precisávamos ter alguém a quem mostrar isso tudo. Naquele momento concordamos que era a hora de um filho, que haveria “um malinha” extra em nossas viagens. Assim, era natural que sonhássemos – e ainda sonhemos – em voltar a alguns lugares que foram marcantes para nós, agora com a companhia dele.

 

 

O primeiro repeteco foi Buenos Aires, quando Chico tinha menos de um ano de idade. E foi muito bom revisitar a charmosa capital argentina em um modo slow travel, com carrinho de bebê e caminhadas calmas pela cidade. Aliás, para nós, a maior graça de voltar a um lugar turístico é justamente o passear sem obrigação – o doce compromisso de conhecer os cartões-postais. Quando no ano passado estivemos em Paris com o Chico, pudemos experimentar uma cidade mais cotidiana do que o emblemático circuito Torre Eiffel – Louvre – Champs-Élysées. E também o deixamos programar um pouco os passeios, do jeito dele – o que significava paradas em parquinhos pelo meio do caminho, mas também um roteiro clássico de barco pelo Sena. Sim, ele quis subir a torre, é claro. E apesar do frio que estava, foi um barato.

 

 

Um dos melhores repetecos que tivemos foi na Amazônia. Em 2011, dois anos antes de ele nascer, havíamos descoberto um hotel de selva incrível e muito autêntico. O Tariri, em Iranduba, fica em um braço do Rio Negro, só é acessível de barco e é comandado por um casal adorável: Germano, um índio peruano, e sua mulher pernambucana, Fabíola. Ele, um guia atencioso e conhecedor das matas; ela, uma cozinheira de mão-cheia. Para os hóspedes, uma combinação perfeita.

 

 

No feriado de carnaval de 2017 voltamos com o Chico, então já um inquieto moleque de mais de três anos de idade. Ver uma criança brincando na natureza é daquelas experiências que não têm preço – ainda mais para quem vivia em cidade grande. Nadar com ele na imensidão do Rio Negro é das lembranças que queremos carregar vivas enquanto existirmos. E esperamos que este contato com o meio ambiente em sua pureza também sirva para que ele saiba sempre respeitar o verde. Voltar para um mesmo lugar na companhia do filho é emocionante. Pode não ter a mesma tranquilidade de quando éramos apenas um casal. Mas as aventuras valem a pena.

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