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Edição Atual Como viajar quando as crianças ficam doentes

Como viajar quando as crianças ficam doentes

The Veigas

Imprevistos acontecem, mas não impedem que a viagem com crianças seja incrível

 

Enquanto este texto está sendo escrito, a mala está aberta no chão do quarto. Amanhã embarcamos para uma viagem de uma semana na Ucrânia e, desde a noite retrasada, Chico tosse. É que o tempo virou com a chegada do outono aqui no hemisfério norte.

 

Em momento algum cogitamos mudar os planos por conta dessa iminente gripe. E isso não significa que sejamos pais irresponsáveis (ao menos, é no que acreditamos). Desde que começamos a publicar esta coluna aqui na “Avianca em Revista”, uma questão recorrente nos contatos em nossas redes sociais é justamente essa: e se ele ficar doente?

 

Na nossa primeira viagem internacional com o Chico, ele acordou três dias antes do embarque amuado, meio febril e tossindo. Por sorte, tínhamos uma consulta já marcada com a pediatra que o acompanhava. “Ela vai proibir o passeio”, pensávamos, com um sentimento meio de culpa, meio de arrependimento, meio de medo, meio de frustração prévia.

 

A pediatra examinou o Chico, tirou dúvidas e ainda comentou que “novos ares” – longe da poluição de São Paulo, onde morávamos até então – iam fazer bem para o resfriado.

 

Em Montevidéu, primeira viagem internacional do Chico

 

Levamos até inalador na mala, mas não precisamos usá-lo. Nem bem chegamos a Montevidéu, primeira parada daquele périplo, nenhum sintoma mais foi percebido. As férias foram incríveis e nos deixaram com uma certeza: com cuidado e responjsabilidade, não é preciso ter medo desses pequenos imprevistos. Afinal, pessoas ficam doentes em quaisquer lugares do mundo – e sempre haverá um médico para o caso de necessidade.

 

Não foram poucas as vezes que passamos por perrengues assim. Em Bergen, na Noruega, Chico teve um quadro febril que não passava – terminava o efeito do antitérmico, a danada voltava. Chegamos a acionar o seguro-saúde e agendar uma consulta para o dia seguinte. Felizmente, ele acordou bem e pudemos curtir um passeio pelos fiordes (com um termômetro e o antitérmico na mochila, caso fosse preciso).

 

No ano passado, 12 horas antes de embarcarmos para passar o carnaval na Amazônia – sem luz elétrica, sem telefone, sem internet – estávamos no pronto-socorro. Chico havia voltado da escola com uma inflamação no dedo. A médica plantonista receitou um antibiótico que precisava ser mantido na geladeira. Foi uma saga – hoje engraçada – da gente com caixinha de isopor em todo o caminho.

 

Mas deu tudo certo. E os apertos se tornaram boas recordações. Em suma: se imprevistos sempre acontecem, pequenas enfermidades são só mais alguns deles. No fim, as coisas se resolvem e a aventura é o que vale a pena.

IMPORTANTE LEMBRAR:
  • Nunca viaje sem seguro-saúde. Em hipótese alguma. Alguns cartões de crédito oferecem o benefício gratuitamente – verifique se é o caso do seu.
  • Para evitar problemas, é sempre bom portar as receitas médicas de todos os medicamentos que estiver nas malas em viagens internacionais.
  • Com criança pequena, é recomendável passar por uma consulta médica antes e outra depois das férias, no pediatra que já acompanha seu filho. Orientações antes e exames depois dão mais tranquilidade.
The Veigas

São a designer Mariana, o jornalista e escritor Edison e o pequeno Chico – que tem 4 anos e já fez bagunça em 22 países diferentes. Eles moram em Milão e suas aventuras podem ser acompanhadas pelo Instagram.

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