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Edição Atual Chandon se consolida como líder em vinhos espumantes premium com raízes brasileiríssimas

Chandon se consolida como líder em vinhos espumantes premium com raízes brasileiríssimas

Luiza Vieira

Depois de 45 anos de sua chegada, Chandon tem raízes mais que estabelecidas no Brasil

 

Quando fincou sua primeira videira em solo brasileiro, em 1973, a Chandon fazia uma aposta arriscada. Sempre em busca do melhor terroir para criar raízes, a marca já expandia rapidamente a presença em Mendoza, na Argentina, até desembarcar, no mesmo ano, no Brasil e nos Estados Unidos. Parte do grupo de altíssimo luxo LVMH, o rótulo tem origem francesa e uma linha 100% brasileira.

 

Por aqui, o local escolhido para a sede foi Garibaldi, a 113 quilômetros de Porto Alegre (RS). Conhecida pela fartura da terra, a cidade de aproximadamente 30 mil habitantes, ao lado de Bento Gonçalves e Monte Belo do Sul, é lar de mais de 30 vinícolas de todos os portes. No Vale dos Vinhedos, a Maison investiu no plantio de mudas de Chardonnay e Pinot Noir, importadas da França, e também na uva Riesling Itálico – base para assemblages perfeitas que garantem o padrão de qualidade Chandon, não importa a safra.

 

 

“Além dos nossos vinhedos, que representam 30% de nossa produção, contamos com a colaboração de 120 famílias da região, de forma a desenvolver e incentivar o pequeno produtor”, explica Marcio Dalle, enólogo da Chandon. De origem italiana, com pai e avô também trabalhadores do campo, Marcio acompanha de perto os resultados e, mais do que isso, é o responsável por manter estreita a relação com os fornecedores. Apaixonado pela terra, pelo vinho e pelo que faz, está na companhia desde 1996, onde entrou como estagiário, e atualmente é quem controla a qualidade de cada leva de uvas, do plantio ao recebimento na fábrica.

 

É na sede onde acontecem as visitas guiadas para uma imersão completa no universo Chandon. Orientados pelos enólogos da marca, os visitantes acompanham o processo de manufatura, têm acesso supervisionado à linha de engarrafamento e, a parte mais aguardada, participam de uma degustação técnica dos rótulos.

 

 

Em uma sala preparada para receber turistas, a história da empresa é apresentada brevemente, e já dá um gostinho do que está por vir. Em taças específicas para cada bebida, os espumantes são servidos em sequência: Brut, Rosé, Riche, Excellence Brut, Excellence Rosé e o Passion – devidamente acompanhados de explicações e sugestões de harmonização. Ao final, são todos encaminhados à fábrica, onde prova-se o vinho espumante direto da fonte, tirado de um dos 21 enormes tonéis.

 

Depois de 45 anos de sua chegada e com raízes mais que estabelecidas no Brasil, a Maison vê o país como um mercado promissor e ainda em expansão. “O paladar brasileiro, junto a sua riqueza cultural e gastronômica, é um prato cheio para criar”, explica François Hautekeur, gerente de comunicação enológica da Chandon. “Prova disso é o Passion: uma bebida para tomar com gelo, ideal para o clima daqui.”


PARA REFRESCAR

A dica é servir o Chandon Passion com gelo, e vai bem acompanhado com combinações como hortelã, gengibre e limão siciliano, manjericão roxo e toranja.

 

 

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